Dor
Que torna os instintos às portas sórdidas
Terror
Rarefeita cúpula, tormenta, nuvem ácida se
liquefaz.
Ilusões ou imagens?
Mapeadas a força, cáusticas cicatrizes.
Fissuras, passagens,
Memórias se precipitando ao mar...
Obsolescência, humana decadência!
Fundido ao secreto amorfo do ser que não
existia
Consome os despojos de eras e alegrias
vazias
Infuso
em verdades ferventes que a mente avaria
Oculta os caminhos à toda lucidez que se havia.
Por sobre as totais consequências
individualistas
Através de toda face, sátira narcisista.
Repulsa a miragem que arde ao sol dos meios,
dias:
Simplista resposta a meras duvidas existencialistas.
O Ego à pele, corroído por pluvia azia.
Dissolve, goteja em murmúrios de pura
afasia.
Substituindo a matriz por reais fantasias…
Submerge…
Apneia....