quinta-feira, 25 de abril de 2013

Limbo


Dor
Que torna os instintos às portas sórdidas
Terror
Rarefeita cúpula, tormenta, nuvem ácida se liquefaz.

Ilusões ou imagens?
Mapeadas a força, cáusticas cicatrizes.
Fissuras, passagens,
Memórias se precipitando ao mar...

Obsolescência, humana decadência!

Fundido ao secreto amorfo do ser que não existia
Consome os despojos de eras e alegrias vazias
Infuso em verdades ferventes que a mente avaria
Oculta os caminhos à toda lucidez que se havia.

Por sobre as totais consequências individualistas
Através de toda face, sátira narcisista.
Repulsa a miragem que arde ao sol dos meios, dias:
Simplista resposta a meras duvidas existencialistas.

O Ego à pele, corroído por pluvia azia.
Dissolve, goteja em murmúrios de pura afasia.
Substituindo a matriz por reais fantasias…
Submerge…
Apneia....

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