Sou eu quem constrói
Quem sabe o que sabe
Diretriz irreversível
A vontade direcionada
Mão que aplica o fio
Da espada e afia o corte
Também sou a própria morte
Escorrendo dilacerada
Da vida, sou o norte
O botão da rosa que se abre
A parte que se cabe
Desta teia invisível
Esta força exarcebada
Chama da consciência
Negativo polo, diz a ciência
A verdade consumada
A terra que germina
O foco, negro brio
Do vácuo, imponente vazio
Do gênero, feminina.
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