A cigarra canta o calor da garganta
Temperança até onde a vista alcança
Os desejos concretamente arquitetados
O som do equilíbrio, silencio...
Seu vibrante esqueleto de cristal
Em perfeita sintonia com a dança
Das folhas projetadas pelo Sol ao chão
Plenamente partilha o sentido néscio.
Consciente, segue a luz até a janela da alma
Descobrindo que as folhas o corpo lança
E, despindo-se da vaidade de ser palpável,
Finalmente se une ao firmamento inércio.
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