domingo, 23 de outubro de 2011

Esylium


Uh! Densa carga pesada
De impotente furor, em floração
Subsolo ideal de palavras mortas,
Em sã consciência, um ponto de interrogação.


Imponente centelha anil
Chamuscando-lhe a carne ociosa!
Labaredas da verdade oniciente
Abafadas de maneira odiosa.


Nada poderia julgar, 
Ao menos um mero comparativo
O Jardim Real exala cor! 
Nunca dor ornando o ar nocivo!


A revolta que marca o incisivo
Perigo ao invés de Paz aflora.
E adornando de pudor os espinhos
Contempla seus caminhos com os olhos de Pandora.

Dedico ao anil negro... aguardamos seu despertar...

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