domingo, 1 de junho de 2014

Esmeralda

Presa da realidade
Ou do que puder chamá-la.
Da fuga, da subjetividade, quem dera!
Desta era de transição, fugiria
Sonhando voltar para a imensidão
Que desconheço e desde então...
Sinto saudade.

É como se cada verdade do topo
Das cascatas mal descobertas, eu visse
Em leito manso repousando junto aos mitos
Ao invés dessa mitose de proscritos
Emaranhados e atados a esta mãe encubadora

A cada risco neste domo negro, uma reticência
E muitas vezes me falta paciência
Pra esperar chegarmos e donde vimos
Eu não vi mas lembro
E sinto muito....
Sinto saudade.

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