Do topo da cadeia alimentar
Quanto maior a altura, maior a queda
O único lugar onde quero estar
É aos pés de lótus do meu irmão
Incontáveis vidas joguei no fogo
Pra assassinar o ego dos tolos
E quantos morreram quando avisei
E o tédio de ver repetidos os erros
Destruindo a tudo sem termo, é humano
O fluxo das belas luzes que eles nunca verão
O coroado pela escala evolutiva é insano
Os que o cercam não chegam a ser animais
Formas autônomas de ego e erro
Se repetindo em mono. O Logus não está
Só os envólucros caindo aos pedaços por dentro
Drenando ao redor em ritmo lento
A verdade é bela como meu amado
Ele não tem casta, nem pai, nem mãe
Ele é o universo desvelado
Ele é a matriz da consorte
E a morte não é nada mais que a pausa antes da vida
Como bem disse Mirabai
"Eu que andei nas costas de um elefante
Por que querem que eu monte um asno?
Tenham dó".
Nenhum comentário:
Postar um comentário