Eu bebo do cálice da loucura
Tencionando sorver sanidade
Eu canto com tons de amargura
Mas meus olhos cintilam felicidade
Eu ando com passos lentos
Mas sigo um caminho canhoto
E eu sei que em estradas largas
Vou encontrar portões estreitos
Que há canions que são passagens
Para grandes vales e rios leitos
Que não há amor constante
Nem dor eterna
Só há janela.
Eito!
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