"La, vois, le saule s'incline dessus du ruisseau,
comme une personne qui se descend, criant pour l'amant.
Me rapelle d'automne, presse dans ton reverence,
je m'ai engagee a vous..." Anathema
A Indecência da incandescência oblitera
Ofusca a vista do suposto belo, desterra
A busca do alívio na dor, iniciação pragmática
Extrai virtudes de lacerações magmáticas
Forjando deuses de argilosos homens
Uma questão de superioridade exaspera
Em secretas conspirações, manipulam-se esferas
Se avultando no tempo, a humanidade plástica
Resume em mero tributo à sua moral estática
Praguejar pelas mentiras que, ignóbeis, consomem.
Eu que me fujo das promessas do cardápio
Por garrafas de solidão e uma dieta de batráquios,
Tomando ciência dos fatos apenas por premissa
Que soldar-me nesta teia de mentalidade submissa
E devorar sorrindo minhas próprias entranhas.
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