Do amor se fez etérea
De cadente se fez rosa
De retorno se fez casa
De oração, prosa
Das paredes, arte
E das rendas, nossas
Leves tendas róseas
Emanadas de toda parte
Das memórias, sonhos
Da sincronia, percurso
Na alegria, infuso
Das dores, suponho,
Entrelaçadas e verdadeiras cordas
Içada às velas, cores sobrepostas.
Ao mestre de mil faces, Fernando Pessoa
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