E então, o amuleto
Antes pedra incólume sujeita ao vento
Brilha sob o alento do observador atento
Advento da humanidade, amor, vaidade!
À saída da beira, derramado acidentalmente ao centro
De lado, ostenta um brilho frouxo de nada
Como se irradiasse dos pólos dos conceitos
Essas extremidades cruas disfarçadas de verdade
E ainda que uma hora, a vaidade se esvai
Somente o meio se apara nas arestas frias
E lapida a intenção, liberdade
De todas as amarras, mordaças e estreitos.
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