A besta tem sete cabeças
Coroadas com dez setas de ódio
Envenenadas pelas personalidades
Que serpenteiam do exódio
O elixir da discórdia reside ali
Naquele universo coletivo
Que se mutila por castigo
À picada derradeira, e jaz.
E, se crendo vespa, abelha se faz
Conta o que ninguém viu
Comete, inocente o pecado sutil
De desposar da sentinela,
O sistema servil.
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