Preso entre o físico e o atómico
Sussurra contos tórridos
Impede de respirar
Os sentidos viajam ultrassónicos
Aos recantos insólitos
Do grito que não se quis dar
O calor de mãos quentes
Indiferentes, entregues
Mergulha no invisível lar
O pulso acelerado não prediz
Zarpa da alma - cais
Se funde à matriz da abobada gris, lua.
Submerge e flutua da candeia, estrela.
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